Toyota vai fabricar triciclo elétrico

I-Road é compacto urbano de três rodas com capacidade para dois passageiros. Vendas serão restritas ao Japão

Toyota I-Road (Foto: Divulgação)

A Toyota anunciou que vai fabricar o triciclo I-Road e colocá-lo no mercado japonês ainda este ano. Mostrado pela primeira vez no Salão de Genebra, na Suíça, no início do ano, o compacto urbano é completamente elétrico e tem autonomia para cumprir cerca de 50 km de distância com apenas uma carga na bateria. Sua velocidade máxima também não é das mais altas, 45 km/h.

Para compensar a baixa velocidade e autonomia, o I-Road conta com a praticidade de um veículo que pode levar até duas pessoas sem gastar combustíveis fósseis e consequentemente deixar um baixo nível de poluentes no meio ambiente.

Além disso, o Toyota I-Road oferece praticidade para achar vagas, pois é pequeno: são 2,35 metros de comprimento, 85 cm de largura e 1,45 de altura, dimensões muito semelhantes a seu concorrente francês Renault Twizy. Seu peso também é baixo, apenas 300 kg, o que favorece o desempenho do pequeno motor de apenas 2,7 cv. Para “abastecer” o I-Road são necessárias cerca de três horas em tomadas comuns, de 110V ou 220V.

O triciclo que inclina nas curvas será vendido apenas no Japão, ao menos inicialmente, segundo a Toyota. Até a maneira que o I-Road será comercializado é incomum: por meio de um sistema de compartilhamento chamado de Ha:Mo, onde 100 unidades serão oferecidas em outubro deste ano como teste.

O I-Road não é o primeiro veículo elétrico focado no transporte de pessoas em grandes cidades, nem mesmo o primeiro da Toyota. A marca já mostrou o seu patinete elétrico, mas outras companhias também investem no assunto. A Renault tem o Twizy, já citado anteriormente, e anunciou que vai fabricá-lo no Brasil. A Nissan já mostrou o seu conceito, enquanto a Google planeja pequenos táxis autônomos como solução ao excesso de trânsito nos grandes centros urbanos.


Fonte: Midia News

Um comentário:

  1. Acho que a autonomia ainda é baixa, mas é um baita progresso. Mas ainda continuo apoiando a fabricação de carros movidos a ar-comprimido. Será que estamos vendo o futuro dos carros brasileiros?
    Abraços

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